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Notícias - Educação

07/04/2015

Brasileiros bons de matemática

Não é preciso ir muito longe: na feira, no bar da esquina, na família e na empresa sempre é possível encontrar aquela pessoa que surpreende, que consegue fazer contas de cabeça mais rápido que uma calculadora.

Saber calcular e raciocinar com agilidade é importante porque a matemática está presente em muitas situações do cotidiano: conferir o troco no caixa do supermercado, compreensão de textos na escola, seguir medidas de receita de bolo...

E não é só isso. O raciocínio lógico também ajuda a encontrar soluções criativas para problemas inusitados, agir com inteligência durante um acidente, fazer a defesa de um cliente no tribunal...

As vantagens são muitas em todas as idades! Para quem ainda não domina o assunto, a boa notícia é que o raciocínio também pode ser treinado. Existem exercícios, ferramentas e até jogos que podem ajudar as pessoas a vencerem o obstáculo dos números e a estimular a área do cérebro responsável pelo raciocínio.

MAIS RÁPIDO QUE UMA CALCULADORA - Entre as ferramentas mais poderosas para o cérebro está o ábaco. Já ouviu falar? Instrumento milenar até hoje muito usado no Oriente, ele está sendo popularizado no Brasil pelo SUPERA, uma rede de escolas dedicada ao desenvolvimento do cérebro.

O brasileiro Brian Sandretti, um dos primeiros alunos do SUPERA, é craque na ferramenta e consegue fazer cálculos mentais como ninguém. É impressionante.

“Eu imagino que estou usando o ábaco e, mentalmente, consigo somar quantos números decimais você quiser. Já com o instrumento em mãos, faço cálculos com números de até 4 algarismos acompanhando o ritmo da calculadora”, desafia o expert.

Brian faz parte de um grupo de milhares de brasileiros apaixonados pelo ábaco. Segundo ele, não existe nenhum segredo e não é preciso ser um gênio para desenvolver o cérebro a este ponto. A fórmula é composta apenas de muito treino e dedicação. E o melhor: qualquer pessoa pode chegar ao mesmo nível que ele.

“No SUPERA, muitos alunos são bons no ábaco e conseguem fazer cálculos mentais com facilidade. Quando aprendem a calcular, querem se desafiar fazendo ditados de velocidade de raciocínio. E, acreditem, eles se divertem com isso”, conta Brian, hoje professor da rede.

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