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Notícias - Cultura

02/04/2015

'É Tudo Verdade' exibirá 109 filmes de 31 países

Com estreia em 9 de abril, em São Paulo, o “É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários” chega à 20ª edição com uma novidade: os filmes vencedores das competições brasileira e internacional de curtas-metragens vão assegurar o direito de participar da seleção e indicação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood para a disputa do Oscar de melhor curta documental. Patrocinado pela Petrobras há 12 anos, o ‘É Tudo Verdade’ é o primeiro e único festival sul-americano a alcançar essa condição.

Composta de mostras competitivas e seções informativas, a agenda da edição 2015 do Festival vai percorrer São Paulo (9 a 19/4), Rio de Janeiro (10 a 19/4), Belo Horizonte (29/4 a 4/5), Santos (7 a 10/5) e Brasília (27/5 a 1º/6). Todas as sessões têm entrada franca. A seleção deste ano inclui 109 títulos de 31 países, sendo 16 em estreia mundial.

A sessão de abertura em São Paulo e no Rio vai homenagear o cineasta Eduardo Coutinho (1933-2014) com a exibição do documentário ‘Últimas Conversas’. Também patrocinado pela Petrobras, o filme mostra Coutinho em conversas com jovens estudantes cariocas. O cineasta morreu antes da conclusão do trabalho, mas a Petrobras manteve o patrocínio também para a montagem.

Fundado e dirigido pelo crítico Amir Labaki, o ‘É Tudo Verdade’ vai celebrar os 80 anos do cineasta Vladimir Carvalho, o centenário de nascimento de Orson Welles (1919-1985), considerado um dos inspiradores do evento, e as duas décadas do festival.

Paralelamente à edição paulista do festival, acontece a Conferência Internacional do Documentário - Petrobras. O evento, voltado à discussão do papel do documentário no cenário da atual produção audiovisual, será realizado na Cinemateca Brasileira, nos dias 14 e 15 de abril.

dos adultos devem ser de construção pragmática, contraria a vaidades que a vida em sociedade podem apresentar como atraentes e determinadoras de relações.

Celebrar a Páscoa nos dias de hoje, significa recuperar os valores perdidos, os vínculos de solidariedade e humanidade, longe do jogo do consumo, onde os ovos, presentes e chocolates sejam trocados sim entre as pessoas, mas carregados de vivências de partilha entre adultos e crianças, meninos e meninas, professores e educandos, avós e netos.

Dialogar com nossas crianças se faz necessário. Tornar as confraternizações do domingo de Páscoa momentos de celebração de vida, permitindo-nos o exercício da fé, independente da crença religiosa, mas a fé em uma sociedade de valores concretos, justos e solidários é o desafio de nossa sociedade.

Ana Paula Detzel, coordenadora da educação infantil e 1º ano do Ensino Fundamental, do Colégio Marista Santa Maria, da Rede de Colégios do Grupo Marista.

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