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Notícias - Vida Saudável

22/01/2015

Trabalhar com o dom pode superar a depressão pós-férias

Não é raro sentir um pouco de desconforto ao retornar das férias. As preocupações que deixamos, a rotina diária e os pequenos problemas voltam à tona. Alguns profissionais demonstram este incômodo ao voltarem para seus trabalhos. Sintomas físicos e emocionais podem estar relacionados a uma depressão pós-férias.

Alguns indícios que caracterizam esta situação são: dores musculares, cansaço, insônia, problemas gastrintestinais, angústia, ansiedade, culpa, raiva, uso de medicamentos / drogas, consumo de bebidas alcoólicas, ingestão excessiva de alimentos calóricos e tabagismo.

Segundo a Isma-BR (International Stress Management Association no Brasil), 23% da população passa por esse tipo de depressão. O problema se torna realmente preocupante quando ultrapassa as duas semanas após o fim do recesso. Nesse momento, é hora de descobrir o verdadeiro motivo do mal-estar. A rotina profissional não deveria causar sofrimento, afinal, precisamos de nossos empregos para viver e devemos encontrar prazer em exercer nossas funções.

Confúcio, o sábio chinês, dizia: “ trabalhe com aquilo que gosta e não terá que trabalhar um dia sequer na vida”. Nesse mesmo sentido, a autora do livro “O que falta para você ser feliz?”, Dominique Magalhães, afirma que quando a pessoa trabalha com o verdadeiro Dom, apesar dos momentos de estresse no dia a dia, existe o prazer ao exercer a atividade profissional, pois, ao estarmos realizados com nossas escolhas, somos felizes exercendo-as.

A escritora aponta que, em alguns casos, é necessário fazer ajustes na maneira como o Dom é exercido. No caso de um publicitário que trabalha em uma grande empresa, por exemplo, ele pode até estar na carreira correta, contudo, o seu perfil não é o ideal para um ambiente muito formal. Ele precisará de espaço para aplicar toda a sua criatividade, espaço para se expressar, sem críticas ou rédeas. Talvez a solução seja ter uma conversa sincera e amigável com o chefe, mostrando seu ponto de vista e apontando suas necessidades para evoluir. Ou, quem sabe, talvez não seja a hora de abrir o seu próprio negócio?

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